Onde Começa a Segurança do seu Rebanho? 5 Tipos de Cerca para Ovelhas e Caprinos
Quem trabalha com ovinos e caprinos sabe: a segurança do rebanho não começa no curral nem na pastagem, mas no perímetro da propriedade.
A cerca é a primeira linha de defesa contra fugas, ataques de predadores, cruzamentos indesejados e até conflitos com vizinhos.
Investir em um bom sistema de contenção é tão estratégico quanto escolher genética, nutrição ou uma boa máquina de tosar ovelha para o manejo.
1. Cerca de arame liso: clássica e versátil
A cerca de arame liso é uma das mais tradicionais no campo. Quando bem esticada e alinhada em vários fios, funciona bem para rebanhos mais mansos e áreas extensas. É uma solução interessante para quem está estruturando a fazenda e precisa otimizar custos, mas exige:
– Mourões bem fixados e alinhados;
– Distância adequada entre fios para evitar que os animais passem por baixo ou por entre eles;
– Manutenção periódica para identificar afrouxamentos;
Para animais mais curiosos, como caprinos, é importante redobrar o cuidado, pois eles testam a cerca com frequência.
2. Cerca de arame farpado: contenção com cautela
O arame farpado oferece uma barreira mais intimidante, porém exige responsabilidade. Em criações de pequenos ruminantes, o risco de ferimentos é maior, principalmente em animais agitados ou em época de reprodução. Se optar por esse tipo, procure:
– Utilizar menor quantidade de linhas farpadas, combinando com fios lisos;
– Evitar em áreas de manejo intenso, como proximidades de cochos e bebedouros;
– Manter a vegetação controlada para facilitar a inspeção.
Ainda que seja comum, muitos produtores vêm substituindo esse modelo por alternativas mais seguras, especialmente em sistemas mais tecnificados.
3. Tela soldada ou tela campestre: segurança redobrada
A cerca para ovelhas com tela é uma das mais eficientes para pequenos ruminantes. A malha impede que cordeiros e cabritos escapem e cria uma barreira física contra animais de fora. É indicada para:
– Áreas de maternidade e piquetes de recria;
– Pastagens próximas a rodovias ou vizinhos;
– Locais com presença de cães ou outros predadores.
O investimento inicial é mais alto, mas a durabilidade e o nível de proteção compensam, especialmente em rebanhos de alto valor genético.
4. Cerca elétrica: manejo inteligente e modular
A cerca elétrica, quando bem instalada e aterrada, é uma ferramenta de manejo extremamente eficiente. Ela condiciona o comportamento dos animais, reduzindo tentativas de fuga e pressão sobre as estruturas. Entre as vantagens:
– Facilidade de ampliação ou remanejamento de piquetes;
– Possibilidade de uso temporário em áreas de pastejo rotacionado;
– Menor quantidade de mourões em relação a cercas convencionais.
É fundamental escolher eletrificadores de qualidade e manter isoladores, fios e conexões em bom estado para garantir segurança e eficiência.
5. Combinações de sistemas: cercas sob medida
Na prática, a solução mais profissional costuma ser a combinação de tecnologias. Por exemplo: tela na divisa da propriedade, arame liso em áreas internas e linhas elétricas estrategicamente posicionadas para reforço.
Desse modo, a cerca para ovelhas deixa de ser um gasto pontual e passa a ser um investimento em bem-estar animal, redução de perdas e eficiência no manejo diário.
Segurança, manejo e tecnologia caminhando juntos
Uma cerca bem planejada conversa diretamente com o restante da estrutura da fazenda: currais funcionais, equipamentos de manejo, balanças, troncos de contenção e, claro, uma máquina de tosar ovelha de alto desempenho.
Tudo isso compõe um sistema integrado, onde cada detalhe ajuda a reduzir estresse, aumentar produtividade e preservar a integridade do rebanho.
Desde 1995, a ITC do Brasil atua com comércio, importação e indústria de produtos agropecuários, fornecendo o melhor em ferramentas para aprimorar a qualidade do manejo na pecuária e atender de forma otimizada às necessidades dos clientes.
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